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terça-feira, 10 de novembro de 2009
IGREJA CATÓLICA VENCE QUEDA DE BRAÇO CONTRA BENEFÍCIOS AO ABORTO PREVISTOS NO PLANO DE SAÚDE DE OBAMA
WASHINGTON (NY TIMES):
UMA SEVERA RESTRIÇÃO CONTRA A COBERTURA DO ABORTO, ADICIONADA AO PROJETO DE LEI DO PLANO DE SAÚDE OBAMA, AO ANOITECER DESTE ÚLTIMO SÁBADO, FOI APROVADA PELA CÂMARA DOS DEPUTADOS. A EMENDA ESTÁ SENDO CONSIDERADA COMO UMA DAS MAIORES VITÓRIAS DOS CONSERVADORES NESSA MATÉRIA, NOS ÚLTIMOS TEMPOS, FORTALECENDO-OS PARA A BATALHA FINAL NO SENADO. O DISPOSITIVO APROVADO PROÍBE O USO DE SUBSÍDIOS FEDERAIS PARA COBERTURAS DE APÓLICES DE SEGURO-SAÚDE QUE PREVEJAM ABORTOS ELETIVOS. ADEPTOS DE AMBOS OS LADOS DA QUESTÃO (PRÓS E CONTRAS) CONCORDAM EM QUE A MEDIDA APROVADA VAI-SE CONSTITUIR NUM NOVO E IMPORTANTE MARCO NA REVISÃO DOS CASOS EM QUE A LEGISLAÇAO AMERICANA AINDA PERMITE A REALIZAÇÃO DESSE PROCEDIMENTO.OPINIÕES UNÂNIMES ATRIBUEM TAMANHA E EXPRESSIVA VITÓRIA AOS ESFORÇOS DE BISPOS DA IGREJA CATÓLICA JUNTO À ALA MAIS CONSERVADORA DO PARTIDO DEMOCRATA. DE OBAMA.
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domingo, 18 de outubro de 2009
EM DEFESA DA VIDA E DA LIBERDADE:
CONSERVADORES ESPANHÓIS REAGEM, EM MONUMENTAL PASSEATA POPULAR, AO “HUMANISMO PROGRESSISTA” DEFENDIDO POR SEU GOVERNO SOCIALISTA!!!
NA ESPANHA, ‘ESQUERDISTAS HUMANISTAS E PROGRESSISTAS’, HOJE NO GOVERNO PELA VIA ELEITORAL, E QUE SEMPRE ACUSARAM FRANCISCO FRANCO E A IGREJA CATÓLICA DE LIDERAREM ‘VIOLENTA REAÇÃO CONSERVADORA’ CONTRA A IMPLANTAÇÃO REVOLUCIONÁRIA DO COMUNISMO, AFIAM AS GARRAS E MOSTRAM, AFINAL, O QUE SEMPRE DESEJARAM IMPOR AO PAÍS E AO POVO, PELA FORÇA DAS ARMAS:
O ABORTO, A EUTANÁSIA, O ESTÉRIL ‘CASAMENTO GAY’ E OUTRAS ‘POLÍTICAS MALTHUSIANAS CRIMINOSAS’, VISANDO REDUZIR, DRASTICAMENTE,
A POPULAÇÃO E O CORRESPONDENTE CUSTO SOCIAL!!!
Enviado por Cesar Caldas - mailto:cesarcaldas@globo.com
NA ESPANHA, ‘ESQUERDISTAS HUMANISTAS E PROGRESSISTAS’, HOJE NO GOVERNO PELA VIA ELEITORAL, E QUE SEMPRE ACUSARAM FRANCISCO FRANCO E A IGREJA CATÓLICA DE LIDERAREM ‘VIOLENTA REAÇÃO CONSERVADORA’ CONTRA A IMPLANTAÇÃO REVOLUCIONÁRIA DO COMUNISMO, AFIAM AS GARRAS E MOSTRAM, AFINAL, O QUE SEMPRE DESEJARAM IMPOR AO PAÍS E AO POVO, PELA FORÇA DAS ARMAS:
O ABORTO, A EUTANÁSIA, O ESTÉRIL ‘CASAMENTO GAY’ E OUTRAS ‘POLÍTICAS MALTHUSIANAS CRIMINOSAS’, VISANDO REDUZIR, DRASTICAMENTE,
A POPULAÇÃO E O CORRESPONDENTE CUSTO SOCIAL!!!
Enviado por Cesar Caldas - mailto:cesarcaldas@globo.com
MAIS DE UM MILHÃO DE PESSOAS VÃO ÀS RUAS EM MADRI CONTRA O ABORTO
Projeto prevê liberdade para abortar em prazo de 14 semanas de gravidez.Estupro, má-formação ou perigo para a saúde da mãe já são previstos.
Mais de um milhão de pessoas se manifestaram neste sábado (17), em Madri, contra o projeto de liberalização do aborto do governo socialista aos gritos de "aborto não! sim à vida", segundo diversas fontes.
Os organizadores anunciaram várias estimativas de participação até ser fixada, definitivamente, em dois milhões de pessoas, enquanto que a região de Madri, governada pelos conservadores, divulgou a cifra de 1,2 milhão de participantes.
A manifestação começou às 17h local (12h de Brasília), tendo sido concluída no centro da capital espanhola duas horas depois.
O projeto de lei socialista, que reforma uma lei de 1985, prevê, principalmente, liberdade total para abortar em um prazo de 14 semanas de gravidez.
Atualmente, o aborto é autorizado apenas em caso de estupro (até 12 semanas de gravidez), má-formação do feto (22 semanas) ou "perigo para a saúde física ou mental da mãe" (sem limitação de tempo).
Uma verdadeira maré humana invadiu o centro da capital espanhola: pessoas idosas, pais e mães levando crianças em carrinhos, grupos de adolescentes com camisetas pintadas e faixas vermelhas com os dizeres "Direito à vida", além de religiosas e sacerdotes.
O projeto de lei aprovado no dia 26 de setembro pelo governo e que será debatido a partir de novembro no Parlamento, se inspira na legislação em vigor na maior parte dos países da União Européia.
Um grande cartaz abria a manifestação proclamando: "Cada vida conta".
A ministra socialista da Igualdade, Bibiana Aido, uma das incentivadores do polêmio projeto de lei, exprimiu "respeito total" à passeata, afirmando, no entanto, que "ninguém tem o monopólio da moral". "Nenhuma mulher pode ser penalizada por tomar uma decisão tão difícil como é a de fazer um aborto", declarou.
A manifestação foi convocada pelo Fórum da Família, uma plataforma de organizações católicas conservadoras, que já havia levado centenas de milhares de manifestantes às ruas em 2005 contra a lei autorizando o casamento homossexual.
O projeto contém dispositivo muito polêmico, mesmo entre o eleitorado de esquerda: menores de 16 e 17 anos poderão abortar livremente sem o consentimento nem informação prévia dos pais.
(globo.com, 17/10/2009)
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
PLANO DE SAÚDE UNIVERSAL DE OBAMA, QUE PROCURA FAVORECER O ABORTO, GERA DISPUTAS ENTRE CONSERVADORES E PROGRESSISTAS.
Começam a emergir das pesadas brumas em que a imprensa esquerdista planetária, propositalmente, os mergulhou, certos aspectos recônditos do verdadeiro caráter e do projeto de governo “progressista” (liberal-esquerdista) de Barack Obama. A onda propagandística, veloz e avassaladora, que transportou Obama do mais completo anonimato ao salão oval da Casa Branca, impediu um debate temporal prudente e adequado, mais amplo e profundo, de suas verdadeiras idéias e do caráter ideológico de seu programa de governo. E o primeiro grande embate entre o presidente ‘progressista’ e a oposição conservadora ao governo começou a surgir com a apressada tentativa de aprovação de seu programa estatal de assistência universal de saúde (‘Health Care Insurance’).
Dissimulado sob o verdadeiro e sedutor argumento de que “... milhares de americanos não possuem planos de saúde algum, não tendo, portanto, como prover assistência para si e suas famílias em caso de doença, sem perder seu patrimônio e pedir falência diante das altíssimas contas por tratamentos ambulatoriais e hospitalares de saúde...”, o projeto de Obama, não obstante, esconde alguns “truques de prestidigitação esquerdista”.
O projeto, singular, embute alguns dos itens mais caros ao ‘progressismo socialista’, em especial os que descuidam, na visão ética ocidental, do direito e do respeito irrestritos aos seres humanos e ao direito à vida. O primeiro deles a vazar, de forma por sinal ainda muito mal explicada, foi a admissão de uma espécie de suposto “direito superior de escolha” de quem mereceria, ou não, receber o tratamento especializado. Como e quem faria essa seleção, ao melhor estilo “Escolha de Sofia” e tivesse o direito de apontar, em nome de uma suposta racionalidade na aplicação dos recursos disponíveis, aqueles que poderiam, ou não, vir a recebê-los em garantia de tratamento e sobrevivência, não foi, até aqui, bem explicitado.
Agora, segundo nos informa o ‘The New York Times’ de hoje, 29.09.2009, o mais novo embate entre os progressistas de Barack Obama e a maioria conservadora cristã norte-americana, é que os últimos se recusam, peremptoriamente, a concordar que recursos públicos, sob a forma de subsídios, sejam alocados aos “planos de saúde privados” que comporão o “sistema universal” propugnado pelo presidente, os quais venham garantir aos seus usuários o direito de recorrer a cirurgias de “aborto”.
Exigem os conservadores cristãos que todos aqueles desejando recorrer a esse verdadeiro atentado à vida, o façam ao amparo da lei ainda vigente, porém à custa do próprio bolso, não dos recursos arrecadados a todo o povo americano, através do imposto de renda e de outras taxas compulsórias.
Começam assim a emergir, daqui e dali, os sinais dos próximos embates ideológicos que acerbarão, ainda mais, nos anos vindouros, os embates vitais entre o conservadorismo e o esquerdismo americanos.
Para ilustrar o acirrado debate sobre se recursos públicos devam, ou não, ser alocados ao aborto, ou se este ato deva continuar a ser praticado, ou repudiado, entre os povos do ocidente judaico-cristão, postamos também o filme abaixo, que recomendamos à cuidadosa análise do prezado leitor.
Parte 1
Parte 2
Dissimulado sob o verdadeiro e sedutor argumento de que “... milhares de americanos não possuem planos de saúde algum, não tendo, portanto, como prover assistência para si e suas famílias em caso de doença, sem perder seu patrimônio e pedir falência diante das altíssimas contas por tratamentos ambulatoriais e hospitalares de saúde...”, o projeto de Obama, não obstante, esconde alguns “truques de prestidigitação esquerdista”.
O projeto, singular, embute alguns dos itens mais caros ao ‘progressismo socialista’, em especial os que descuidam, na visão ética ocidental, do direito e do respeito irrestritos aos seres humanos e ao direito à vida. O primeiro deles a vazar, de forma por sinal ainda muito mal explicada, foi a admissão de uma espécie de suposto “direito superior de escolha” de quem mereceria, ou não, receber o tratamento especializado. Como e quem faria essa seleção, ao melhor estilo “Escolha de Sofia” e tivesse o direito de apontar, em nome de uma suposta racionalidade na aplicação dos recursos disponíveis, aqueles que poderiam, ou não, vir a recebê-los em garantia de tratamento e sobrevivência, não foi, até aqui, bem explicitado.
Agora, segundo nos informa o ‘The New York Times’ de hoje, 29.09.2009, o mais novo embate entre os progressistas de Barack Obama e a maioria conservadora cristã norte-americana, é que os últimos se recusam, peremptoriamente, a concordar que recursos públicos, sob a forma de subsídios, sejam alocados aos “planos de saúde privados” que comporão o “sistema universal” propugnado pelo presidente, os quais venham garantir aos seus usuários o direito de recorrer a cirurgias de “aborto”.
Exigem os conservadores cristãos que todos aqueles desejando recorrer a esse verdadeiro atentado à vida, o façam ao amparo da lei ainda vigente, porém à custa do próprio bolso, não dos recursos arrecadados a todo o povo americano, através do imposto de renda e de outras taxas compulsórias.
Começam assim a emergir, daqui e dali, os sinais dos próximos embates ideológicos que acerbarão, ainda mais, nos anos vindouros, os embates vitais entre o conservadorismo e o esquerdismo americanos.
Para ilustrar o acirrado debate sobre se recursos públicos devam, ou não, ser alocados ao aborto, ou se este ato deva continuar a ser praticado, ou repudiado, entre os povos do ocidente judaico-cristão, postamos também o filme abaixo, que recomendamos à cuidadosa análise do prezado leitor.
Parte 1
Parte 2
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