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quarta-feira, 30 de setembro de 2009
PLANO DE SAÚDE UNIVERSAL DE OBAMA, QUE PROCURA FAVORECER O ABORTO, GERA DISPUTAS ENTRE CONSERVADORES E PROGRESSISTAS.
Começam a emergir das pesadas brumas em que a imprensa esquerdista planetária, propositalmente, os mergulhou, certos aspectos recônditos do verdadeiro caráter e do projeto de governo “progressista” (liberal-esquerdista) de Barack Obama. A onda propagandística, veloz e avassaladora, que transportou Obama do mais completo anonimato ao salão oval da Casa Branca, impediu um debate temporal prudente e adequado, mais amplo e profundo, de suas verdadeiras idéias e do caráter ideológico de seu programa de governo. E o primeiro grande embate entre o presidente ‘progressista’ e a oposição conservadora ao governo começou a surgir com a apressada tentativa de aprovação de seu programa estatal de assistência universal de saúde (‘Health Care Insurance’).
Dissimulado sob o verdadeiro e sedutor argumento de que “... milhares de americanos não possuem planos de saúde algum, não tendo, portanto, como prover assistência para si e suas famílias em caso de doença, sem perder seu patrimônio e pedir falência diante das altíssimas contas por tratamentos ambulatoriais e hospitalares de saúde...”, o projeto de Obama, não obstante, esconde alguns “truques de prestidigitação esquerdista”.
O projeto, singular, embute alguns dos itens mais caros ao ‘progressismo socialista’, em especial os que descuidam, na visão ética ocidental, do direito e do respeito irrestritos aos seres humanos e ao direito à vida. O primeiro deles a vazar, de forma por sinal ainda muito mal explicada, foi a admissão de uma espécie de suposto “direito superior de escolha” de quem mereceria, ou não, receber o tratamento especializado. Como e quem faria essa seleção, ao melhor estilo “Escolha de Sofia” e tivesse o direito de apontar, em nome de uma suposta racionalidade na aplicação dos recursos disponíveis, aqueles que poderiam, ou não, vir a recebê-los em garantia de tratamento e sobrevivência, não foi, até aqui, bem explicitado.
Agora, segundo nos informa o ‘The New York Times’ de hoje, 29.09.2009, o mais novo embate entre os progressistas de Barack Obama e a maioria conservadora cristã norte-americana, é que os últimos se recusam, peremptoriamente, a concordar que recursos públicos, sob a forma de subsídios, sejam alocados aos “planos de saúde privados” que comporão o “sistema universal” propugnado pelo presidente, os quais venham garantir aos seus usuários o direito de recorrer a cirurgias de “aborto”.
Exigem os conservadores cristãos que todos aqueles desejando recorrer a esse verdadeiro atentado à vida, o façam ao amparo da lei ainda vigente, porém à custa do próprio bolso, não dos recursos arrecadados a todo o povo americano, através do imposto de renda e de outras taxas compulsórias.
Começam assim a emergir, daqui e dali, os sinais dos próximos embates ideológicos que acerbarão, ainda mais, nos anos vindouros, os embates vitais entre o conservadorismo e o esquerdismo americanos.
Para ilustrar o acirrado debate sobre se recursos públicos devam, ou não, ser alocados ao aborto, ou se este ato deva continuar a ser praticado, ou repudiado, entre os povos do ocidente judaico-cristão, postamos também o filme abaixo, que recomendamos à cuidadosa análise do prezado leitor.
Parte 1
Parte 2
Dissimulado sob o verdadeiro e sedutor argumento de que “... milhares de americanos não possuem planos de saúde algum, não tendo, portanto, como prover assistência para si e suas famílias em caso de doença, sem perder seu patrimônio e pedir falência diante das altíssimas contas por tratamentos ambulatoriais e hospitalares de saúde...”, o projeto de Obama, não obstante, esconde alguns “truques de prestidigitação esquerdista”.
O projeto, singular, embute alguns dos itens mais caros ao ‘progressismo socialista’, em especial os que descuidam, na visão ética ocidental, do direito e do respeito irrestritos aos seres humanos e ao direito à vida. O primeiro deles a vazar, de forma por sinal ainda muito mal explicada, foi a admissão de uma espécie de suposto “direito superior de escolha” de quem mereceria, ou não, receber o tratamento especializado. Como e quem faria essa seleção, ao melhor estilo “Escolha de Sofia” e tivesse o direito de apontar, em nome de uma suposta racionalidade na aplicação dos recursos disponíveis, aqueles que poderiam, ou não, vir a recebê-los em garantia de tratamento e sobrevivência, não foi, até aqui, bem explicitado.
Agora, segundo nos informa o ‘The New York Times’ de hoje, 29.09.2009, o mais novo embate entre os progressistas de Barack Obama e a maioria conservadora cristã norte-americana, é que os últimos se recusam, peremptoriamente, a concordar que recursos públicos, sob a forma de subsídios, sejam alocados aos “planos de saúde privados” que comporão o “sistema universal” propugnado pelo presidente, os quais venham garantir aos seus usuários o direito de recorrer a cirurgias de “aborto”.
Exigem os conservadores cristãos que todos aqueles desejando recorrer a esse verdadeiro atentado à vida, o façam ao amparo da lei ainda vigente, porém à custa do próprio bolso, não dos recursos arrecadados a todo o povo americano, através do imposto de renda e de outras taxas compulsórias.
Começam assim a emergir, daqui e dali, os sinais dos próximos embates ideológicos que acerbarão, ainda mais, nos anos vindouros, os embates vitais entre o conservadorismo e o esquerdismo americanos.
Para ilustrar o acirrado debate sobre se recursos públicos devam, ou não, ser alocados ao aborto, ou se este ato deva continuar a ser praticado, ou repudiado, entre os povos do ocidente judaico-cristão, postamos também o filme abaixo, que recomendamos à cuidadosa análise do prezado leitor.
Parte 1
Parte 2
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sexta-feira, 4 de setembro de 2009
SOBRE O SURGIMENTO DO IMPÉRIO NEOCOMUNISTA...
Aryan Muller disse...
Sr. Armindo,
Sabemos que a influência Rockfeller ameaça há muito tempo nossa nação, e atualmente há "rumores de guerras" entre nossos vizinhos. De um lado o capitalismo predatório estadunidense pressionando Uribe, e de outro o comunismo descaradamente oportunista de Chavez. Pois bem, mesmo sabendo que tomar partido de qualquer lado que seja, estaremos em prejuízo, não podemos descuidar da Amazônia que é o real interesse no meio deste jogo sujo. As cartas para as eleições futuras começam a cair na mesa e gostaria de saber na sua opinião, como os candidatos à presidência da nossa república vão se comportar diante desses acontecimentos.
Obrigado,
AM
1 de Setembro de 2009 11:19
Armindo Abreu disse...
A síntese futura deste joguete (predominantemente sul-americano) de pressões, à esquerda e à direita, será a União de todo o Continente Americano numa exclusiva Unidade Político-Geográfica Socialista, a perna americana da Comissão Trilateral, à imagem e semelhança da União Européia (cujo processo de socialização progride ainda lentamente, face ao seu estágio superior de cultura e situação sócio-econômica); com legislação supranacional, parlamento comum, moeda única e banco central conjunto e Independente (que maravilha para o esquemão!!!). Diante disso, como sabemos, diremos adeus à Soberania Nacional, que não existe sem moeda própria...
E haverá argumentos convincentes para assustar ou convencer aos simpatizantes de todos os credos e seus matizes, bem como para que continuem se digladiando, hostilizando uns aos outros, como deseja o Poder SECRETO!”:
Pela vertente “direitista”, será instilado no povo o medo ao “terrorismo” e à “ameaça comunista”; ao narcotráfico; à narco-guerrilha e à ameaça de predomínio de um “partido único”, que aparelhará os estados latinos para o socialismo futuro, sob a liderança oculta e os feitiços do “Foro de São Paulo”...
Pela vertente “esquerdista”, virá o apavoramento popular ante uma suposta supressão das liberdades individuais, processo já iniciado nos EEUU; pela ojeriza ao “imperialismo ianque”; pelo repúdio à “exploração das massas populares pela burguesia...”; e a união em prol do “igualitarismo”, tudo imputado aos sortilégios do “Diálogo Interamericano.”
Confundindo, propositalmente, a doutrina social da igreja (defensora dos princípios da democracia representativa com princípios e valores éticos-morais de Justiça Social) com os fundamentos “progressistas” do mais puro socialismo castrador, internacionalista, autocrático e sem ética alguma, visto que lidera o desmanche da boa e velha ética judaico-cristã, tudo isso embalado e empacotado pelo “sonho bolivariano” de união latino-americana para o enfrentamento ao “grande satã do Norte...”
Tudo conforme o velho e eficaz “script” de sempre.
Realizada a “síntese previsível”, pela ação conjunta de ambas as vertentes em conluio, a Amazônia será um “bem comum” do continente unificado e depois da Humanidade, sem que seja necessário disparar um único tiro ou seja desembarcada uma envergonhada unidade de ocupação estrangeira...
Tudo que o “establishment” deseja, e quer, é que a Amazônia continue sendo tratada como um santuário intocado e intocável, pela ação agressiva da ‘mídia verde’, das ONG a serviço do Império Britânico e das religiões cristãs e pelos seus conhecidos tentáculos, como o MI-5, o WWF, o Greenpeace, os Partidos Verdes, o CIR, a CIMI, etc., e todo o entulho legal e autoritário preconizado pela trupe ambientalista planetária e seus “Prêmios Nobel...”.
Ah! E não se esqueça de que, devagar, bem devagarinho, seu passaporte já não lhe dá mais como prioritária a cidadania brasileira.
Pelo que está na capa e na cabeça desse documento fundamental, já somos cidadãos do MERCOSUL... e assim vamos felizes e contentes!!! Ah! Alguém reagiu a isso? Acho que só eu continuo falando sozinho...
Um abraço do Armindo Abreu.
Sr. Armindo,
Sabemos que a influência Rockfeller ameaça há muito tempo nossa nação, e atualmente há "rumores de guerras" entre nossos vizinhos. De um lado o capitalismo predatório estadunidense pressionando Uribe, e de outro o comunismo descaradamente oportunista de Chavez. Pois bem, mesmo sabendo que tomar partido de qualquer lado que seja, estaremos em prejuízo, não podemos descuidar da Amazônia que é o real interesse no meio deste jogo sujo. As cartas para as eleições futuras começam a cair na mesa e gostaria de saber na sua opinião, como os candidatos à presidência da nossa república vão se comportar diante desses acontecimentos.
Obrigado,
AM
1 de Setembro de 2009 11:19
Armindo Abreu disse...
A síntese futura deste joguete (predominantemente sul-americano) de pressões, à esquerda e à direita, será a União de todo o Continente Americano numa exclusiva Unidade Político-Geográfica Socialista, a perna americana da Comissão Trilateral, à imagem e semelhança da União Européia (cujo processo de socialização progride ainda lentamente, face ao seu estágio superior de cultura e situação sócio-econômica); com legislação supranacional, parlamento comum, moeda única e banco central conjunto e Independente (que maravilha para o esquemão!!!). Diante disso, como sabemos, diremos adeus à Soberania Nacional, que não existe sem moeda própria...
E haverá argumentos convincentes para assustar ou convencer aos simpatizantes de todos os credos e seus matizes, bem como para que continuem se digladiando, hostilizando uns aos outros, como deseja o Poder SECRETO!”:
Pela vertente “direitista”, será instilado no povo o medo ao “terrorismo” e à “ameaça comunista”; ao narcotráfico; à narco-guerrilha e à ameaça de predomínio de um “partido único”, que aparelhará os estados latinos para o socialismo futuro, sob a liderança oculta e os feitiços do “Foro de São Paulo”...
Pela vertente “esquerdista”, virá o apavoramento popular ante uma suposta supressão das liberdades individuais, processo já iniciado nos EEUU; pela ojeriza ao “imperialismo ianque”; pelo repúdio à “exploração das massas populares pela burguesia...”; e a união em prol do “igualitarismo”, tudo imputado aos sortilégios do “Diálogo Interamericano.”
Confundindo, propositalmente, a doutrina social da igreja (defensora dos princípios da democracia representativa com princípios e valores éticos-morais de Justiça Social) com os fundamentos “progressistas” do mais puro socialismo castrador, internacionalista, autocrático e sem ética alguma, visto que lidera o desmanche da boa e velha ética judaico-cristã, tudo isso embalado e empacotado pelo “sonho bolivariano” de união latino-americana para o enfrentamento ao “grande satã do Norte...”
Tudo conforme o velho e eficaz “script” de sempre.
Realizada a “síntese previsível”, pela ação conjunta de ambas as vertentes em conluio, a Amazônia será um “bem comum” do continente unificado e depois da Humanidade, sem que seja necessário disparar um único tiro ou seja desembarcada uma envergonhada unidade de ocupação estrangeira...
Tudo que o “establishment” deseja, e quer, é que a Amazônia continue sendo tratada como um santuário intocado e intocável, pela ação agressiva da ‘mídia verde’, das ONG a serviço do Império Britânico e das religiões cristãs e pelos seus conhecidos tentáculos, como o MI-5, o WWF, o Greenpeace, os Partidos Verdes, o CIR, a CIMI, etc., e todo o entulho legal e autoritário preconizado pela trupe ambientalista planetária e seus “Prêmios Nobel...”.
Ah! E não se esqueça de que, devagar, bem devagarinho, seu passaporte já não lhe dá mais como prioritária a cidadania brasileira.
Pelo que está na capa e na cabeça desse documento fundamental, já somos cidadãos do MERCOSUL... e assim vamos felizes e contentes!!! Ah! Alguém reagiu a isso? Acho que só eu continuo falando sozinho...
Um abraço do Armindo Abreu.
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