RECADO ATERRADOR SOBRE A TUA LIBERDADE

“ ... Digamos que tudo aquilo que sabes não seja apenas errado, mas uma mentira cuidadosamente engendrada. Digamos que tua mente esteja entupida de falsidades: sobre ti mesmo, sobre a história, sobre o mundo a tua volta, plantadas nela por forças poderosas visando a conquistar, pacificamente, tua complacência. A liberdade, nessas circunstâncias, não passa de uma ilusão, pois és, na verdade, apenas um peão num grande enredo e o teu papel o de um crédulo indiferente. Isso, se tiveres sorte. Se, em qualquer tempo, convier aos interesses de terceiros o teu papel vai mudar: tua vida será destruída, serás levado à fome e à miséria. Pode ser, até, que tenhas de morrer. Quanto a isso, nada poderá ser feito. Ah! Se acontecer de conseguires descobrir um fiapo da verdade até poderás tentar alertar as pessoas; demolir, pela exposição, as bases dos que tramam nos bastidores. Mas, mesmo nesse caso, também não terás muito mais a fazer. Eles são poderosos demais, invulneráveis demais, invisíveis demais, espertos demais. Da mesma forma que aconteceu com outros, antes de ti, também vais perder!" Charles P. Freund, Editorialista do “The Washington Post”. T.A.

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quinta-feira, 25 de novembro de 2010

A QUEM PODE INTERESSAR O CAOS URBANO NO RIO DE JANEIRO?

No início da década de 60, quando guerrilheiros comunistas desafiavam a democracia, visando derrubar o governo e instaurar uma ditadura ao estilo cubano-soviético, insurgentes tocaram horror por todo o Brasil, assassinando, assaltando bancos, empresas e residências, colocando bombas em locais públicos, seqüestrando aeronaves civis e dignitários estrangeiros, levando pavor e insegurança à população brasileira e aos representantes de governos e empresas estrangeiras que aqui viviam.
Foi aí que o povo, antes amedrontado, reagiu, protestou, foi às ruas e exigiu:
 -Chamem as Forças Armadas, prendam e matem essa canalha! Queremos paz e amor! (Exatamente como exige agora a população do Rio de Janeiro.)
Foram atendidos e, depois de longa e dura luta, a ordem foi restaurada, a paz voltou às ruas e o progresso adquiriu novo e saudável impulso. Algum sangue fora derramado, de ambos os lados, como ocorre em todas as guerras, mas, como as Forças Armada e a Justiça Militar tiveram compaixão e acreditaram na recuperação moral de muitos facínoras, entre eles alguns que colaboraram com as Autoridades delatando seus companheiros, cumprindo pena, se asilando no exterior ou mostrando arrependimento por seus crimes, apenas meia limpeza foi feita.
O tempo passou, novas gerações surgiram, o esquecimento prevaleceu e, numa virada incompreensível para os que viveram aqueles tempos, os que sobreviveram aos combates, ao exílio (voluntário ou não),  ou à cadeia, agora são considerados heróis da Pátria e, “indenizados”, mamam nas tetas da viúva às custas dos altos impostos exigidos ao sofrido povo brasileiro.
E, de forma inacreditável, a História foi totalmente modificada, as Forças Armadas demonizadas por haverem atendido à convocação popular e cumprido seu dever de restaurar a ordem,  e os terroristas estão eleitos, em voto popular livre, para governar o Brasil...
Agora, a velha história do terror urbano se repete como novidade, e fica no ar uma grande questão: O que querem esses pequenos marginais, traficantes, ladrões de automóveis, assaltantes e pistoleiros cavalgando motocicletas ou simples pés de chinelo, armados de revólveres e de coquetéis “molotov”, tentando amedrontar com tanto vandalismo, roubar nossa liberdade usando as mesmas táticas aprendidas à guerrilha comunista, cujos expoentes agora ditam cátedra à frente do governo federal?
Querem tomar o poder formal, a serviço de causas políticas desconhecidas e implantar um governo marginal,  ou arruinar seus próprios negócios afastando os clientes que se anestesiam, emburrecem  e alienam, se drogando em casa ou pelas esquinas?
E como reagirão tais “autoridades” ao caos de hoje, o mesmo que tentaram fazer prevalecer no passado para nos impor, à força, seu modelo político?
Serão lenientes com os rebeldes ou agirão com mão de ferro, atitude que se espera do Estado politicamente organizado e democrático, onde se deve exigir que cada cidadão cumpra com o seu dever?
A quem interessa que a mesma e velha História se repita e que os militares, ora apenas dedicados ao seu treinamento e aperfeiçoamento quotidianos, estejam sendo novamente convidados, pela população apavorada,  a fazer o trabalho policial que o poder civil ainda não teve competência de realizar?
Como podem as redes de televisão colocar na mira de suas lentes bandidos agitados, drogados, brandindo armas e ameaçando o povo ordeiro, sem que atiradores de elite da Polícias Civis e Militares, se colocados nos mesmos locais e ângulos de observação, os tirem de combate com balaços certeiros?
É a política dos direitos humanos dos ex-revolucionários comunistóides que impede a devida ação corretiva?
Ou falta apoio legal às autoridades responsáveis? Então, que se dê ao aparato policial as garantias já previstas, ou urgentes medidas provisórias que lhe permitam as ações requeridas. Falta determinação, competência ou coragem ideológica para o embate?
Então, que se ministrem aos atuais governantes doses cavalares de espírito republicano e de coragem cívica, em pílulas ou em xaropes, antes que outros poderes mais altos se alevantem...
Ou será que existe alguma outra razão oculta para que as coisas fiquem como estão, justo agora, na troca de governo federal, a servir de biombo, cortina de fumaça, a mascarar fatos ainda desconhecidos, intenções veladas, dos que agem à sombra contra os interesses do país e da população brasileira?
Quem se beneficiará, futuramente, com o caos fabricado hoje ?
Já vimos esse filme antes, e creiam: Não começa, nem termina bem.
armindo abreu.

A INSEGURANÇA PÚBLICA 
Enviada por: Marcos Coimbra [mailto:mcoimbra@antares.com.br] 
em: quarta-feira, 24 de novembro de 2010 17:22

Continuamos a realizar nossa análise dos principais vetores da infra-estrutura social brasileira, agora enfocando o que deveria ser, mas não é, a segurança pública.
O país atravessa grave crise de autoridade no momento presente. Os exemplos são citados diariamente na imprensa e a exceção tornou-se regra. O desrespeito à lei instituiu-se em norma. As autoridades (in) competentes nada fazem para aplicar a já frágil legislação existente.
Segundo o sociólogo do IUPERJ, Sr. Gláucio Soares: "Cada vez que nossos queridos hipócritas consomem drogas, contribuem para matar alguém nas favelas, locais próximos a onde o tráfico opera. Não é à toa que a taxa de homicídios no Leblon é de 10 por 100 mil habitantes e, na Rocinha, de 200 a cada 100 mil. A política que existe hoje é de liberdade para uns e cacete nos outros". Enquanto isto a Câmara dos Deputados aprovou nova legislação que praticamente descriminaliza a droga e segue adiante a implementação, na prática, do estatuto dos marginais, destinado a desarmar os cidadãos de bem do país, apesar do contundente resultado do plebiscito sobre a proibição da comercialização de armas de fogo e munições. É tão absurdo que, caso aplicado como está, será impossível de ser cumprido, jogando na ilegalidade milhões de cidadãos possuidores de armas legalizadas, atualmente.
        Com a recepção da emenda à Constituição Federal, proposta pela administração Lula, ainda sujeita à apreciação final pelo STF,  o Brasil pode passar a se submeter à sanção do Tribunal Penal Internacional (TPI). Com isto, e mais as mudanças indicadas para o Código Penal Militar, passarão a ser considerados crimes de guerra, inclusive os confrontos por ocasião de "graves perturbações da ordem interna em que haja emprego duradouro de forças militares", situação em que estarão enquadrados oficiais e praças. O grupo (ir)responsável pela criação do anteprojeto foi criado pela Portaria 1036, de 2001, para definir crimes considerados de genocídio, contra a humanidade e de guerra. Cria no artigo 109 da Constituição, o parágrafo 6°, determinando que "o Brasil se submete à jurisdição do TPI, a cuja criação tenha manifestado adesão".
        O artigo 10 do anteprojeto determina que responderá por responsabilidade penal e pelos crimes previstos na lei "o comandante militar ou a pessoa que atue efetivamente como comandante militar, pelos crimes cometidos por agentes sob o seu comando e controle efetivo". O promotor da Justiça Militar, Dr. João Arruda, afirma: "Não é difícil deduzir que qualquer projeto de grande envergadura, ou mesmo pequena iniciativa governamental que possa contrariar interesses das grandes potências, será de imediato considerado como crime contra a humanidade e sujeito às sanções do TPI". A então procuradora-geral da Justiça Militar, Dra. Maria Ester Henriques Tavares, declarou  que apenas em um contexto de decretação de estado de sítio, de intervenção federal, ou de estado de defesa seria possível, considerando a legislação atual, a utilização de tropas federais em qualquer unidade da Federação.
        Depois desta informação, fica evidente que não é conveniente o emprego das Forças Armadas diretamente no combate à verdadeira guerrilha urbana travada no Rio de Janeiro, caso não haja mudanças e adaptações na legislação vigente, capazes de respaldar a intervenção militar. Será uma grande armadilha. Imaginem a hipótese de seu emprego. Surgirão os primeiros conflitos. Mortes ocorrerão de militares, marginais e pessoas inocentes.  Como ficarão as responsabilidades? Em um país no qual  antigos terroristas são anistiados, recebem polpudas indenizações e pensões, além de alguns ocuparem postos de relevo na República, pensem nas consequências. Será um sem número de ações reivindicando reparações, indenizações etc. A solução inicial consiste em fortalecer as diversas polícias existentes, dando-lhes meios de enfrentar o problema, livres  da turma de "direitos humanos" e dos "ongueiros" de plantão.
Diariamente a imprensa denuncia atos que expõem a fragilidade de nosso sistema de segurança, federal, estadual e municipal. No Rio, nem guarda municipal existe, muito menos armada. Há a EMUVIG (Empresa Municipal de Vigilância) ainda sem ser institucionalizada, que se especializou na guerra diária contra os ambulantes. Um ex-presidente do Supremo Tribunal Federal declarou que: "As CPIs são conversa fiada", "quem tem dado governabilidade a Lula é o presidente do Senado, José Sarney", "A administração está desfocada. Lula teria de assumir uma posição. As instituições consolidadas da democracia se ressentem da tibieza do governo" e "No Congresso, fui e sustentei o risco a que estavam querendo submeter a Justiça Brasileira". Existem claramente ministros de Estado que são provenientes de ONGs e continuam a seu serviço, ao invés de cumprirem seu dever para com o Brasil. Eles não são ministros. Estão ministros. Quando saírem da administração federal, vão voltar a servir a seus verdadeiros patrões.
        Autoridades federais e estaduais fluminenses discutem a ajuda federal ao  Rio de Janeiro, tardiamente, em função do verdadeiro estado de calamidade pública em que se encontra particularmente o Rio de Janeiro, submetido a “arrastões” diários, ataques a postos policiais, em qualquer hora do dia ou da noite, em qualquer local.
        Todos os anos, cerca de 2.000 militares lotados em batalhões especializados, como os de Infantaria e de pára-quedistas, são desligados do Exército. Com dificuldade em encontrar emprego, devido às condições peculiares de sua formação, muitos não encontram colocação e são aliciados pelos bandidos. O promotor Aílton José da Silva, do Ministério Público Militar, afirmou que em 100% dos casos de roubos a quartéis existe o envolvimento de militares ou ex-militares. A situação é tão grave que os cabos e soldados colocados em disponibilidade pelo Exército formaram uma associação cujo objetivo principal é evitar que ex-militares sejam cooptados por traficantes de drogas.
Parece-nos que, antes de tentar resolver o problema do Estado do Rio, a União deveria primeiro eliminar os seus. Não há como persistir nesta política míope de preparar durante nove anos um especialista em guerra para depois abandoná-lo, a mercê das circunstâncias. É evidente que é necessária a preparação dos especialistas para a hipótese de guerra. O que não é cabível é o seu não engajamento ou então a destinação para as polícias estaduais ou guardas municipais dos respectivos Estados da Federação, pois o triste episódio ocorre em quase todos. A primeira providência é providenciar a dotação orçamentária digna para as Forças Armadas e executá-las fielmente, a fim de evitar este tipo de problema no futuro. Não se brinca com problemas de tal ordem. A implantaçã das UPPs transfere a insegurança para o asfalto, pois o “cobertor é curto”. Quanto ao Rio de Janeiro, somente a intervenção federal, comandada por um oficial general da ativa, com carta branca, livre dos palpites dos defensores dos direitos humanos dos bandidos e dos "ongueiros" poderia começar a minorar a dramática situação, em um novo contexto, capaz de resguardar sua atuação. Outras medidas são paliativas.
Continuaremos nossa análise na próxima semana.
Prof. Marcos Coimbra
Conselheiro Diretor do CEBRES, Acadêmico fundador da Academia Brasileira de Defesa, Professor de Economia e autor do livro Brasil Soberano.
Correio eletrônico: mcoimbra@antares.com.br
Página: www.brasilsoberano.com.br (Artigo de 24.11.10 para o MM).

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

A VERDADE SUFOCADA





Fui distinguido pelo Cel. Ustra, tempos atrás (antes da existência deste blog), com o seu vigoroso e contundente livro que pode, e deve, ser adquirido e lido pelos patriotas de escol, amantes da verdade, em www.averdadesufocada.com .
Com o ‘post’, abaixo, do CMG César Augusto, analisando fatos recentes e recomendando a obra, surge a oportunidade de também dar meu testemunho sobre a excelência desse trabalho e o merecido apoio à sua divulgação entre os leitores.



Enviado por: Cesar [cesarasa@terra.com.br]
Em: 26 de Janeiro de 2010

Eu li e tenho o livro do Cel USTRA, "A VERDADE SUFOCADA" e o recomento a todos que desejem conhecer a VERDADE verdadeira e que foi sufocada por este bando de  facínoras, criminosos, que procuram esconder, desvirtuando da sociedade a veracidade dos fatos... Inúmeras foram as vítimas inocentes destes loucos, a começar pelo atentado do aeroporto de Guarapes no Recife.
Direitos humanos para quem sequestrou, assassinou pessoas inocentes, assaltou e roubou em nome de uma MENTIRA, negada e combatida pelo nosso próprio POVO que nunca desejou estes criminosos nem esta ideologia em nosso País.
Onde foram parar os direitos humanos daqueles que tombaram na defesa do BRASIL, daqueles inocentes que cairam pelas balas assassinas dispadas por bandidos, aqueles verdadeiros brasileiros que defendiam a verdadeira DEMOCRACIA. Democracia esta que a sociedade exigiu em 1964 que as nossas Forças Armadas restabelecessem naquela época e que abominava o Comunismo Internacional e sua instalação em nosso País. Leiam todos os jornais e revistas da época.. Eles, ao perderem a chance de assumirem o Governo em 1964, DESESPERADOS, tentaram novamente pela armas, em 1968, uma nova "REVOLUÇÃO" urbana e no campo e novamente foram derrotados. Os governos, dito militares, mesmo assim deram a Anistia, tão logo sentiram que era chegado o momento de apaziguar a Nação. ANISTIA esta pedida pelo País em nome da DEMOCRACIA.
Vamos abrir sim toda a História para que o Povo fique sabendo quem foi o que, quem foi quem nesta História hoje transmudada por este bando de facínoras que, agora no Governo, continuam a assaltar os cofres públicos com "MENSALÕES", desvios de verbas e toda a sorte de conchavos políticos visando tão somente enriquecerem e se perpetuarem no poder!
Aqueles que sempre defenderam o BRASIL nunca tiveram, nem nunca terão medo da VERDADE. Direitos Humanos virou um "comércio, uma moeda de troca para enriquecer aqueles que no passado sequestravam, matavam e roubavam instituiçoes e as pessoas inocentes em nome de uma ideologia Comunista comandada do exterior. Que busquem naqueles países que lhes ensinavam as táticas da Guerrilha as suas indenizações, as suas "recompensas" e não tirem dos brasileiros honestos o dinheiro do nosso povo trabalhador..........
Cesar A..

CONHEÇA A HISTÓRIA
O livro "A Verdade Sufocada" - A história que a esquerda não quer que o Brasil conheça, do coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, com prefácio do general Raymundo Negrão Torres, incomodou. O silêncio da maioria da imprensa foi revelador. Mas, apesar  do boicote da mídia, de editoras e da maioria das livrarias, o livro já está na sua quinta edição.
Em suas 608 páginas desmistifica, destrói, desmonta e manda pelos ares, ponto por ponto, as mentiras que, há 40 anos, vêm sendo apresentadas à Nação brasileira a respeito da Revolução de 31 de Março de 1964 e os seus desdobramentos. O livro resgata a verdade de um período histórico totalmente distorcido por aqueles que hoje encobrem os seus reais desígnios de transformar o Brasil em um satélite do comunismo internacional, com a falácia de que lutaram contra uma ditadura militar para promover a liberdade e a democracia.
A obra desfaz mitos, farsas e mentiras divulgadas pelos derrotados para manipular a opinião pública e para desacreditar e desmoralizar aqueles que os venceram
Acaba com o mito de que as Forças Armadas lutaram com seus tanques contra estudantes armados de estilingue e meninos inocentes.
Trata-se de um alerta aos jovens para que não sejam usados. É um paralelo entre o passado recente de nossa História e os dias atuais.

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

QUEM PRESSIONA O GOVERNO BRASILEIRO PARA DESMORALIZAR OS MILITARES?

O Alto Comissariado da ONU, braço planetário da “ELITE ILUMINADA” e mentor do “GOVERNO MUNDIAL SOCIALISTA”, está operando ativamente, à sorrelfa, na destruição da PAZ SOCIAL e dos INTERESSES NACIONAIS BRASILEIROS, através de um dos seus braços mais longos, aquele supostamente dedicado aos “DIREITOS HUMANOS”.
E tem feito isso exigindo insistentemente, nos últimos OITO ANOS, que “O BRASIL LIDE COM O SEU PASSADO E DERRUBE TODAS AS LEIS QUE PROTEJAM TORTURADORES...”
Essa foi a mensagem explícita, passada  ontem pelo porta-voz para direitos humanos da ONU, RUPERT COLVILLE, ao comentar o mal-estar surgido entre o ALTO COMANDO das FORÇAS ARMADAS e certos membros da equipe ministerial, insistindo, por ordem de seus superiores hierárquicos, que
“O BRASIL ENFRENTE SEU PASSADO DE FORMA TRANSPARENTE.”
Essa determinação de interferir nos nossos destinos e assuntos internos, outrora exclusivos, ficou ainda mais explícita quando passou o recado completo ao governo brasileiro: “NOSSA POSIÇÃO É DE QUE LEIS DE ANISTIA NÃO PODEM PROTEGER TORTURADORES OU CRIMES CONTRA A HUMANIDADE.”
O penoso assunto já havia sido tratado de forma incisiva com o ‘governo brasileiro’, recentemente, no mês de novembro passado, pela Alta Comissária de Direitos Humanos da ONU, NAVI PILLAY, que deixou de lado os punhos de renda ao repreender assim, na lata, o Governo Lula:
“ O BRASIL FOI O ÚNICO PAÍS DA AMÉRICA DO SUL QUE NÃO AGIU PARA CONFRONTAR OS ABUSOS COMETIDOS DURANTE O PERÍODO DA DITADURA MILITAR. ENTENDO QUE ESTE SEJA UM ASSUNTO MUITO SENSÍVEL, MAS HÁ MEIOS DE FAZÊ-LO SEM ABRIR FERIDAS E, AO INVÉS DISSO, DE AJUDAR A CURÁ-LAS. A TORTURA, NO ENTENTO, É UMA EXCEÇÃO. O DIREITO INTERNACIONAL É INEQUÍVOCO: A TORTURA É UM CRIME CONTRA A HUMANIDADE E NÃO PODE SER DEIXADO SEM PUNIÇÃO”, sentenciou NAVI PILLAY, demonstrando que a SOBERANIA brasileira já será coisa do passado, se ficarmos inermes a “PRESSÕES DOMINANTES” como esta...
Lula, o ‘Filho do Brasil’, inebriado pela alta popularidade sugerida pelos ‘órgãos de pesquisa’; empolgado pela ruidosa campanha que ajudou Chávez a promover contra o “governo golpista” de Honduras, uma mentira cada vez mais explícita, eivada de segundas intenções; empurrado pela horda de ‘terroristas-revanchistas’ confortavelmente instalados no palácio presidencial, imaginou, erroneamente, que já podia fazer tudo o que bem entendesse e lhe desse na telha, e, às vésperas do Natal, deu início ao processo ordenado pela comunalha mundialista da ONU.
Como já deve ter percebido, quebrou a cara...
Agora, depois de declarar, mais uma vez, que de nada sabia, pois assinara o fatídico decreto, “comme d’habitude’, sem o ler, terá que tomar uma decisão frontal, coisa que, como ‘rei das ambigüidades’, sempre resistiu.
-Ó dúvida cruel! -O que devo fazer: -Obedecer aos ‘altos comissários’ da ONU ou às legiões encrespadas?
Aguarda-se mais um capítulo desta eletrizante novela... 

domingo, 13 de dezembro de 2009

O ‘CHURRASQUEIRO-MOR’ DO EXÉRCITO BRASILEIRO...

Enviada por: Cesar [mailto:cesarasa@terra.com.br]
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009 11:19


SEGUNDO OS ‘ESTATUTOS DOS MILITARES’
Das Prerrogativas
SEÇÃO II
Do Uso dos Uniformes

Art. 76 – Os uniformes das Forças Armadas, com seus distintivos, insígnias e emblemas, são privativos dos militares e simbolizam a autoridade militar, com as prerrogativas que lhe são inerentes
Parágrafo único – Constituem crimes previstos na legislação específica o desrespeito aos uniformes, distintivos, insígnias e emblemas militares, bem como seu uso por quem a eles não tiver direito.
...
Art. 78 – O militar fardado tem as obrigações correspondentes ao uniforme que use e aos distintivos, emblemas ou às insígnias que ostente.
Art. 79 – É vedado às Forças Auxiliares e a qualquer elemento civil ou organizações civis usar uniformes ou ostentar distintivos, insígnias ou emblemas que possam ser confundidos com os adotados nas Forças Armadas.
Parágrafo único – São responsáveis pela infração das disposições deste artigo, além dos indivíduos que as tenham cometido, os comandantes das forças auxiliares, diretores ou chefes de repartições, organizações de qualquer natureza, firmas ou empregadores, empresas, institutos e departamentos que tenham adotado ou consentido sejam usados uniformes ou ostentado distintivos, insígnias ou emblemas que possam ser confundidos com os adotados nas Forças Armadas."

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

SERÁ QUE JÁ NÃO SE FAZEM MAIS GENERAIS COMO ANTIGAMENTE...???

Stenio pergunta:

CARO ARMINDO,
A VC. QUE TEM LIGAÇÕES COM NOSSOS MILITARES, PERGUNTARIA: ATÉ QUANDO OS COMANDOS DAS TRÊS FORÇAS ARMADAS ASSISTIRÃO, PACIFICAMENTE, A ESSA DERROCADA?
SERÁ QUE NÃO SE FAZEM MAIS GENERAIS COMO ANTIGAMENTE?
ABS
STENIO.

Armindo responde:
Caro Stenio:
Como vc deve saber, minhas antigas ligações profissionais ou de respeitosa amizade com alguns militares provém de duas fontes básicas:
1. Os ex-companheiros dos bancos escolares do Colégio Militar do Rio de Janeiro que seguiram carreira nas três Forças Singulares (nossa turma está completando 50 anos de formada e deverá reunir no CMRJ, em novembro próximo, entre muitos outros ilustres colegas, desde o comediante Castrinho - Geraldo de Castro Filho - ao Ministro das Cidades, Márcio Fortes de Almeida, e ao atual Comandante do Exército, o General Enzo Martins Peri).
2. Ex-Chefes militares e companheiros das três Forças com quem convivi, ao longo de 10 anos, na Escola Superior de Guerra, como Estagiário, Membro do Corpo Permanente, Membro do Conselho de Estudos e Chefe da Divisão de Extensão.
Pela proximidade de que desfrutei nas muitas atividades profissionais e acadêmicas, em grupos de estudos e de trabalho, posso assegurar-lhe, em caráter estritamente pessoal e sob minha inteira responsabilidade, que os nossos coronéis e generais seguem recebendo e praticando os mesmos elevados padrões de formação e eficiência profissional de sempre, com base nos eternos valores morais, éticos e de patriotismo prevalentes em nossa cultura ocidental, de raízes judaico-cristãs. E que os nossos oficiais superiores do último posto, seguindo as tradições castrenses, continuam sendo avaliados durante toda a carreira e indicados ao generalato por seus próprios pares, e ninguém mais.
Por não fazerem parte da cultura militar brasileira quaisquer outros princípios, valores ou critérios estranhos à nacionalidade ou à carreira, não haverá, portanto, promoções por critérios ‘subjetivos’ estranhos às Forças, por indicações partidárias, pela impetuosidade do ‘mercado’, pela ação de ‘comissários do povo’ ou por sopros alienígenas...
Os coronéis, concluídos todos os cursos obrigatórios de especialização, estarão sempre preparados e aptos para a ascensão e, se, infelizmente, não forem todos convocados a assumir os postos culminantes da carreira, é, única e exclusivamente, devido às restrições legais aos quantitativos dos respectivos quadros de cada Força.
Portanto, haverá sempre, entre eles, o respeito à lei, à ordem democrática constituída, à democracia representativa; à preservação da unidade nacional; à livre-iniciativa; à livre-concorrência; às eleições honestas, limpas; aos interesses maiores do povo brasileiro.

As exceções históricas registradas no passado se referem, exclusivamente, a descompassos entre a lei, a boa ordem, as práticas democráticas e a outros processos contrários aos anseios da nacionalidade, pelos desgovernos que, favorecendo coalizões de interesses espúrios, puseram em risco toda a estrutura democrática que se pretendia construir e ver em prática permanente, perdendo, com isso, a legitimidade.
Você deve se lembrar bem, durante o período pré-industrial brasileiro, à época das eleições a ‘bico de pena’, dos currais eleitorais que favoreciam as oligarquias fundiárias, onde arranjos espúrios perpetuavam sua influência e mantinham o povo sob cabresto, confiando o poder apenas aos grupos de influência do eixo São Paulo/ Minas Gerais, na famosa política do ‘café-com-leite’, ignorando o restante das forças-vivas do nosso imenso país, um gigante continental com pés de barro.

Regressados da II Guerra Mundial, em que lutamos junto aos países aliados contra o Eixo pelos mesmos valores da democracia ocidental, os militares brasileiros se empenharam em remodelar essa estrutura política arcaica, reconstruí-la, levando os benefícios da democracia representativa a todo o povo brasileiro. Entre outras inúmeras providências, uma vez derrubada a ditadura Vargas e erguidas instituições nacionais democráticas, com eleições populares (que, inclusive, trouxeram de volta ao poder o ex-ditador, agora pelo voto - veja aí que ditaduras também podem merecer apoio popular), criaram a Escola Superior de Guerra como um centro de estudos e debates livres entre civis e militares, para a construção de uma doutrina democrática, genuinamente brasileira, que expurgasse os vícios e conchavos da ‘república velha’ e permitisse a criação de um “Método de Planejamento para a Ação Política” dando corpo e eficiência, com gestão otimizada, aos escassos recursos públicos. E isso seria feito, como defende a doutrina da ESG, segundo os parâmetros democráticos universais, valores cristãos e patrióticos, permitindo levar de forma equânime e solidária, a todos os brasileiros, seu justo quinhão de “Segurança e Desenvolvimento”.

Não obstante, conforme ocorreu em todo o mundo ocidental, também o Brasil foi alcançado pelos ventos antidemocráticos pregados pela “revolução planetária” do comunismo anticristão, desagregador da nacionalidade, destruidor das garantias individuais, da propriedade privada e do desenvolvimento espiritual pela proibição aos credos religiosos. Era o materialismo sem pátria que batia às nossas portas, pondo em risco as conquistas trazidas dos campos de batalha na Europa, razão da presença e do sangue derramado pelos nossos pracinhas nos campos gelados de batalha.
A besta comunista, antes vencida no teatro da guerra, agora afiava suas garras às portas da Nação, comprometendo a filosofia democrática dos partidos políticos infiltrados, corrompendo nossos valores essenciais, ameaçando a integralidade da Pátria, , a individualidade do ser humano, tentando condená-lo ao papel material de mera peça de reposição nas engrenagens de um futuro estado global, totalitário e açambarcador.
Justo por isso, para livrar-nos desse mal insidioso, veio a revolução de 64, ante apelos candentes e o mais amplo apoio da população ordeira.
Recompuseram-se, durante os 20 anos de governos militares, as bases da consolidação de uma nacionalidade ameaçada...
Criou-se uma infra-estrutura incomparável, especialmente de comunicação e integração do povo brasileiro, de sua língua, costumes, cultura, anseios, do respeito e amor ao torrão natal; de repulsa ao chamamento internacionalista, do apelo à dissolução das mais diversas nacionalidades, espelhado no grito marxista em prol da rebelião mundialista:
“-Proletários do Mundo, Uni-vos.”

O Brasil saiu íntegro e ainda mais forte dessa nova batalha, que só incomodou, molestou, aos que obravam nas sombras, pela força da rebelião armada, da subversão da ordem, da mentira, das ameaças à ordem pública, dos assaltos aos bens privados, dos assassinatos e seqüestros, da infiltração vermelha e da cizânia, na vã tentativa de que o Brasil se fragmentasse e se rendesse ao credo bolchevique.. .
A nós, que nos dedicamos diuturnamente ao trabalho honesto, profícuo, havia empregos de sobra, bem remunerados, criados pela formulação inteligente de um projeto nacional virtuoso e vitorioso, pela persistência e pela tenacidade criativa de um povo que, até então, nunca suplicara por esmolas, apenas pelo direito ao trabalho digno, orgulhoso.
Esse foi o campo de batalha e de preparo dos generais de hoje, que desenvolveram suas carreiras, viveram e laboraram nesses tempos de vigilância, de Ordem e Progresso. E, sobretudo, dos estudos e das ações que prepararam o Brasil para viver os tempos atuais da democracia representativa, livre e soberana.
Não lhes cabe, portanto e a rigor, julgar o bom ou mau uso que dela fazem agora que o poder foi transferido aos civis, desde que contida nos parâmetros da lei e da ordem. Não lhes faculta, também, interferir na administração da coisa pública, simplesmente por desgostarem eventualmente, aqui e ali, de certos rumos escolhidos pelos políticos, desde que ao amparo da Lei. Afinal, isso é do jogo democrático.
Mas, reconheçamos, no que disser respeito as suas atribuições constitucionais, Eles não deverão esmorecer. Creia, contudo, que conhecem muito bem todos esses meandros e, por isso, continuam acompanhando e identificando, atentamente, os problemas nacionais e a forma como se está usando a herança política, tão duramente conquistada pela nação..
A nossa tarefa, como civis patriotas, e a deles, como cidadãos fardados, será, portanto, acompanhar o desempenho e o uso do aparelho democrático construído, a boa e honesta aplicação dos ativos consolidados naqueles tempos duros de reconstrução e fortalecimento da democracia. E, sobretudo, se a condução do país se comporta segundo a lei positiva, arquitetada com base nos valores morais, éticos e religiosos que embasam a sociedade brasileira e fundamentam nossa constituição republicana.

Sei muito bem a que você se referia quando usou, para formular sua pergunta, à contundente palavra DERROCADA. Não desconheço que, como muitos patriotas, está-se preocupando com a decadência dos costumes políticos e sociais, com a meteórica ascensão dos sócio-comunistas, ontem derrotados pela sociedade brasileira, militares à frente, na tentativa de ‘cubanizar’ o Brasil. e de colocá-lo sob o jugo da influência soviética... Os mesmos derrotados, ora beneficiados pelos sufrágios populares, pela democracia forjada naqueles tempos de reconstrução nacional são os mesmos que agora, sem nenhum pejo, denominam de “anos de chumbo”... E hoje se fartam nas tetas do estado, as mesmas que não conseguiram empolgar pela força das armas e do terrorismo, sob o vil pretexto de acabar com a burguesia (classe média) e de colocar no poder a ‘ditadura do proletariado’.
Aproveitando-se do voto livre, articulado e preparado durante a administração militar, revelam, à luz do dia, o tamanho da voracidade com que atacam recursos públicos para enriquecer pessoalmente, à custa da fome e da miséria dos compatriotas que, antes, pela força das armas e do embuste, prometiam socorrer, salvando-os dos braços da “ganância capitalista”...
Esse é o verdadeiro ‘espírito socialista’ dos heróis de fancaria, surgidos dos porões da redemocratização nacional’...
De outro lado, no vácuo deixado pela falência temporária do comunismo, uma tremenda e irresistível vaga ultra-liberal tentou subtrair o poder das mãos da soberania popular, entregando-o aos ‘mistérios auto-reguláveis e à globalização do mercado’, fato que fez acumular, ainda mais, a riqueza em escassas mãos e levou o mundo à beira da catástrofe financeira.
Como nos advertia Jorge Boaventura, ex-Conselheiro (por falecimento) do Comando da ESG, ... ”O neoliberalismo globalizante pretende sobrepor-se às soberanias nacionais, violentando o direito natural.”
Ainda na singular concepção desse grande mestre e filósofo, “... O Patriotismo é o sentimento resultante da compatibilização emocional que, natural e espontaneamente, se estabelece entre o homem e o ambiente físico e cultural em que ele veio ao mundo, desenvolveu sua personalidade e integrou-o no processo histórico.” E, nessas mesmas circunstâncias, o nacionalismo, de forma natural,... “Sem estar maculado por nenhuma xenofobia, é um corolário do patriotismo sendo, portanto, algo inserido na ordem natural.”
E nela,... “Os militares constituem a expressão física do instinto de sobrevivência de uma Nação”

Sempre atentas, tanto aos aspectos filosóficos e doutrinários que garantirão a perenidade da Pátria e de seus naturais, quanto aos desvios à consecução desse ideal, em nossos dias registrados à esquerda e à direita do espectro político, as Forças Armadas brasileiras, por isso. mostram-se fiéis à nacionalidade, nunca às doutrinas políticas alienígenas.

Com tudo isso em mente, meu caro amigo, lembre-se ainda, muito bem, de que, segundo a nossa Constituição,...

“A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:
I - a soberania;
II - a cidadania;
III - a dignidade da pessoa humana;
IV - os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;
“V - o pluralismo político.”
E que, ainda, pelo seu Art. 142...
“As Forças Armadas, constituídas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica, são instituições nacionais permanentes e regulares, organizadas com base na hierarquia e na disciplina, sob a autoridade suprema do Presidente da República, e destinam-se à defesa da Pátria, à garantia dos poderes constitucionais e, por iniciativa de qualquer destes, da lei e da ordem.” (nossos destaques)
Portanto, no remoto caso de uma grave escassez de recursos materiais destinados à manutenção e ao aparelhamento das FFAA, por intenções ou desvios orçamentários inexplicáveis, impedindo o correto cumprimento dos seus deveres constitucionais, ou o surgimento de ameaças concretas a alguns desses princípios pétreos de nossa Carta-Magna, ameaçando-os ou pondo em risco a perenidade do espírito nacional consubstanciado no texto epigrafado, aí sim, podes crer, veremos todos nós, felizmente e Graças a Deus, de que têmpera os nossos generais continuam sendo forjados...
Um forte abraço do
Armindo Abreu.