quarta-feira, 20 de outubro de 2010
DILMA ROUSSEFF É MESMO BRASILEIRA?
Circula na Internet o texto abaixo, afirmando que a candidata do PT, Dilma Rousseff, teria, na verdade, nascido na Bulgária, não podendo, portanto, ser presidente do Brasil caso venha a ser eleita. Mesmo a despeito da conhecida aversão pelo Partido dos Trabalhadores e sua plataforma política socialista, com a mesma isenção de sempre este blogueiro fez o que poderia ser feito por todo analista respeitável: Foi à luta e pesquisou, com afinco, a questão.
CONCLUSÕES DA PESQUISA:
1. O membro do Partido Comunista Búlgaro, pai de Dilma, se chamava, em seu país de origem, Pétar Rusév. Lá, foi casado e pai, mas teria abandonado a primeira família ao fugir para a França, em 1929, por motivos políticos, tendo afrancesado seu sobrenome para Rousseff. Na década de 30, emigrou para o Brasil e aportuguesou seu primeiro nome, passando a se chamar Pedro Rousseff. Dilma nasceu em 1947, fruto da união de seu pai com a brasileira Dilma Jane Silva, portanto, muito depois da chegada do pai ao Brasil.
Nessas circunstâncias, Dilma só teria podido nascer na Bulgária após o exílio de Pétar Rusév, caso ele tivesse se unido à mãe brasileira da candidata e regressado ao país de origem, fato que nunca foi aventado, muito menos provado. Mesmo nessa remota hipótese, o nome de Dilma teria, forçosamente, que constar de uma certidão búlgara, aquela supostamente reproduzida abaixo, como Dilma Rusév, o nome búlgaro de seu pai, e não o foneticamente afrancesado Rousseff.
2. O site do jornal DVINIK, que supostamente teria divulgado a matéria, registra apenas duas notícias sobre a candidata, ambas sobre os resultados do primeiro turno da eleição. Nada é mencionado sobre um suposto documento búlgaro, nem sobre a hipótese do nascimento da candidata na Bulgária.
3. Recentemente, nas eleições americanas, houve uma acusação semelhante contra Barack Obama, quando seus opositores tentaram provar, desqualificando-o, que o então candidato a presidente dos EEUU teria nascido no Quênia e não no Havaí, como se anuncia. Os rumores nunca foram provados e, no presente, todos se calaram a respeito. Essa, portanto, parece ter sido a inspiração para o que se diz, hoje, de Dilma.
4. A caligrafia contendo o nome (incompleto) de Dilma Vania, aposta sobre o documento, é irregular, parecendo ter sido composta por pessoa de poucas letras, não por um tabelião afeito ao seu ofício diário, profissional geralmente de caligrafia firme e muito bem talhada, o que também denuncia uma provável falsificação.
5. Em suma: tudo leva a crer que se trata de uma forjadura, visando desacreditar, ainda mais, a candidata, nesta reta final.
6. Que ela seja reprovada, portanto, nestas eleições, apenas por seus defeitos, pecados e maus feitos, que parecem ser suficientes, nunca por uma montagem, falsificação grosseiro e vulgar.
A bem da VERDADE, armindo abreu
CONCLUSÕES DA PESQUISA:
1. O membro do Partido Comunista Búlgaro, pai de Dilma, se chamava, em seu país de origem, Pétar Rusév. Lá, foi casado e pai, mas teria abandonado a primeira família ao fugir para a França, em 1929, por motivos políticos, tendo afrancesado seu sobrenome para Rousseff. Na década de 30, emigrou para o Brasil e aportuguesou seu primeiro nome, passando a se chamar Pedro Rousseff. Dilma nasceu em 1947, fruto da união de seu pai com a brasileira Dilma Jane Silva, portanto, muito depois da chegada do pai ao Brasil.
Nessas circunstâncias, Dilma só teria podido nascer na Bulgária após o exílio de Pétar Rusév, caso ele tivesse se unido à mãe brasileira da candidata e regressado ao país de origem, fato que nunca foi aventado, muito menos provado. Mesmo nessa remota hipótese, o nome de Dilma teria, forçosamente, que constar de uma certidão búlgara, aquela supostamente reproduzida abaixo, como Dilma Rusév, o nome búlgaro de seu pai, e não o foneticamente afrancesado Rousseff.
2. O site do jornal DVINIK, que supostamente teria divulgado a matéria, registra apenas duas notícias sobre a candidata, ambas sobre os resultados do primeiro turno da eleição. Nada é mencionado sobre um suposto documento búlgaro, nem sobre a hipótese do nascimento da candidata na Bulgária.
3. Recentemente, nas eleições americanas, houve uma acusação semelhante contra Barack Obama, quando seus opositores tentaram provar, desqualificando-o, que o então candidato a presidente dos EEUU teria nascido no Quênia e não no Havaí, como se anuncia. Os rumores nunca foram provados e, no presente, todos se calaram a respeito. Essa, portanto, parece ter sido a inspiração para o que se diz, hoje, de Dilma.
4. A caligrafia contendo o nome (incompleto) de Dilma Vania, aposta sobre o documento, é irregular, parecendo ter sido composta por pessoa de poucas letras, não por um tabelião afeito ao seu ofício diário, profissional geralmente de caligrafia firme e muito bem talhada, o que também denuncia uma provável falsificação.
5. Em suma: tudo leva a crer que se trata de uma forjadura, visando desacreditar, ainda mais, a candidata, nesta reta final.
6. Que ela seja reprovada, portanto, nestas eleições, apenas por seus defeitos, pecados e maus feitos, que parecem ser suficientes, nunca por uma montagem, falsificação grosseiro e vulgar.
A bem da VERDADE, armindo abreu
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Podíamos ver a certidão brasileira da candidata. Só assim acreditaremos que é brasileira a malfada presidente.
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